domingo, novembro 23, 2014

Das anotações

Fazendo uma limpeza nos papéis, encontro antigas anotações...

"Nunca odiamos aos que desprezamos. Odiamos aos que nos parecem iguais ou superiores a nós. (Nietszche)"

"TER FÉ É DANÇAR NA BEIRA DO ABISMO. (Pablo Neruda)"

"Era uma vez uma mulher que via um futuro grandioso para cada homem que a tocava..."

"Eu: Mãe, o que eu faço com o Téo?
Mãe: Embrulha ele em papel de presente e dá pra outra. Porque você não quer."

"O que não escrevi, calou-me.
O que não fiz, partiu-me.
O que não senti, doeu-se.
O que não vivi, morreu-se.
O que adiei, adeu-se. (Affonso Romano de Sant´Anna)"

"É timidez ou falta de interesse?"

sábado, novembro 22, 2014

Sobre deus

"- Você é católica?
- Olha, eu costumo dizer que sim para as pessoas não indagarem mais a respeito, porém a verdade é que não sou uma pessoa religiosa. Não frequento nenhum templo e não rezo. Você diria que eu pertenço a alguma religião?
- Mas você acredita em deus?
- Na verdade eu não penso muito sobre isso..."

sexta-feira, novembro 21, 2014

Sobre a beleza

Não padronize a beleza. Ela fica mais bonita sendo ponto de vista. (desconheço o autor)

quarta-feira, novembro 12, 2014

"Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito."

- Manoel de Barros.

domingo, novembro 09, 2014

Amor romântico e amor genuíno



"Idealmente, as pessoas deveriam se unir já se sentindo preenchidas por si mesmas e ficarem juntas apenas para apreciar isso no outro, em vez de esperar que o outro supra essa sensação de bem estar que elas não têm sozinhas." Monja Jetsunma Tenzin Palmo

quinta-feira, outubro 30, 2014

segunda-feira, outubro 27, 2014

"Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas que igrejas. Aeroportos já viram beijos mais sinceros que casamentos."

sábado, outubro 18, 2014

Memórias Póstumas de Brás Cubas

“Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirto que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.”

Trecho do livro de Machado de Assis

terça-feira, outubro 07, 2014

Temos que nos bastar

“Temos que nos bastar, nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam. Não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.”

—           Mário Quintana.

segunda-feira, outubro 06, 2014

Anne Frank

“Enquanto ainda há disto, pensei, um Sol tão brilhante, um céu sem nuvens e tão azul, e enquanto me é dado ver e viver tamanha beleza, não devo estar triste. Para qualquer pessoa que se sinta só ou infeliz, ou que esteja preocupada, o melhor remédio é sair para o ar livre, ir para qualquer parte, onde possa estar só com o céu e com a natureza, e com Deus. Então compreende que tudo é como deve ser e que Deus quer ver os homens felizes no meio da natureza, simples e bela. Enquanto assim for - e julgo que será sempre assim - sei que há uma consolação para todas as dores e em todas as circunstâncias. Creio que a natureza alivia os sofrimentos.”
—           O Diário de Anne Frank